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ARTIGO | Pneumonia bovina: prevenir é proteger desempenho e eficiência no confinamento


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28/04/2026 13h49

ARTIGO | Pneumonia bovina: prevenir é proteger desempenho e eficiência no confinamento

*Viktor Abel


No confinamento moderno, cada detalhe impacta diretamente a rentabilidade, mas um fator ainda compromete silenciosamente os resultados, a Doença Respiratória Bovina (DRB).

Considerada uma das principais causas de perdas produtivas em sistemas intensivos, a pneumonia bovina vai muito além do custo do tratamento, o verdadeiro prejuízo está na performance que nunca se recupera.

Quando um animal desenvolve DRB, o primeiro efeito é fisiológico, o animal reduz o consumo de matéria seca, aumenta o gasto energético para manutenção e ocorre o comprometimento da eficiência metabólica. Mesmo após a recuperação clínica, muitos animais não conseguem recuperar o desempenho esperado e o reflexo final é direto, levando ao menor ganho médio diário (GMD), a pior conversão alimentar e a redução de arrobas produzidas.

Um dos conceitos mais críticos e pouco mensurados é o de “dias de cocho perdidos”. Animais com desconforto respiratório reduzem o consumo por vários dias. Esse déficit se acumula ao longo do ciclo, compromete o ganho de peso e afeta o desempenho por semanas. Cada dia sem consumo pleno é um dia de perda produtiva que dificilmente será recuperado.

A vacinação é uma das ferramentas mais importantes no controle da DRB, mas existe um ponto crítico de entendimento: vacinar não é impedir a doença, é reduzir o impacto dela.

Soluções como a Biopoligen HS estimulam a resposta imunológica contra os principais agentes respiratórios, como Mannheimia haemolyticaPasteurella multocidaHistophilus somni, IBR e BVD, gerando como resultados um menor acometimento pela enfermidade, uma menor severidade dos quadros, menos lesões pulmonares e maior preservação de desempenho.

As primeiras semanas no confinamento representam o período mais crítico. Fatores como transporte, mudança de ambiente e mistura de lotes aumentam significativamente a vulnerabilidade dos animais. É nesse momento que a prevenção define o resultado final.

A resposta imunológica também está diretamente ligada ao estado nutricional do animal. A suplementação estratégica com minerais e vitaminas como Kit Adaptador (MIN + VIT) fornece elementos essenciais, esses nutrientes atuam na imunidade e na adaptação metabólica, auxiliando na redução da vulnerabilidade no período crítico.

Contudo, nem todo lote é igual e tratar todos da mesma forma é um erro comum.

A avaliação de risco deve considerar o número de origens dos animais, histórico sanitário, tempo e distância de transporte e condição corporal na chegada. Essa análise permite ajustar protocolos e aumentar a assertividade das intervenções.

Em lotes de alto risco, soluções para reduzir a pressão bacteriana no período inicial de adaptação podem ser utilizadas de forma estratégica, sempre baseadas em diagnóstico de risco e não como rotina indiscriminada.

Mesmo com prevenção estruturada, casos clínicos podem ocorrer, e aqui existe uma regra clara, quanto mais cedo o tratamento, menor o impacto produtivo.

O uso de antimicrobianos eficazes, associado ao controle com anti-inflamatórios, permite a redução da progressão das lesões, um retorno mais rápido ao consumo e um menor impacto no desempenho final.

A Biogénesis Bagó atua com uma abordagem completa no controle da DRB, integrando vacinação estratégica, suplementação nutricional estratégica, classificação de risco e protocolos terapêuticos eficientes. O foco não é apenas tratar, é preservar performance.

No confinamento, cada dia conta. Cada quilo conta. Cada arroba conta.

E a pergunta que define o resultado é simples, sua operação está tratando a doença ou evitando que ela comprometa o desempenho?

*Viktor Abel é médico-veterinário e coordenador de Território Pecuarista em Goiás da Biogénesis Bagó



Viktor Abel é médico-veterinário e coordenador de Território Pecuarista em Goiás
Biogénesis Bagó
 

Informações para a imprensa
Attuale Comunicação – (11) 4022-6824

ARTIGO | Pneumonia bovina: prevenir é proteger desempenho e eficiência no confinamento

*Viktor Abel

No confinamento moderno, cada detalhe impacta diretamente a rentabilidade, mas um fator ainda compromete silenciosamente os resultados, a Doença Respiratória Bovina (DRB).

Considerada uma das principais causas de perdas produtivas em sistemas intensivos, a pneumonia bovina vai muito além do custo do tratamento, o verdadeiro prejuízo está na performance que nunca se recupera.

Quando um animal desenvolve DRB, o primeiro efeito é fisiológico, o animal reduz o consumo de matéria seca, aumenta o gasto energético para manutenção e ocorre o comprometimento da eficiência metabólica. Mesmo após a recuperação clínica, muitos animais não conseguem recuperar o desempenho esperado e o reflexo final é direto, levando ao menor ganho médio diário (GMD), a pior conversão alimentar e a redução de arrobas produzidas.

Um dos conceitos mais críticos e pouco mensurados é o de “dias de cocho perdidos”. Animais com desconforto respiratório reduzem o consumo por vários dias. Esse déficit se acumula ao longo do ciclo, compromete o ganho de peso e afeta o desempenho por semanas. Cada dia sem consumo pleno é um dia de perda produtiva que dificilmente será recuperado.

A vacinação é uma das ferramentas mais importantes no controle da DRB, mas existe um ponto crítico de entendimento: vacinar não é impedir a doença, é reduzir o impacto dela.

Soluções como a Biopoligen HS estimulam a resposta imunológica contra os principais agentes respiratórios, como Mannheimia haemolyticaPasteurella multocidaHistophilus somni, IBR e BVD, gerando como resultados um menor acometimento pela enfermidade, uma menor severidade dos quadros, menos lesões pulmonares e maior preservação de desempenho.

As primeiras semanas no confinamento representam o período mais crítico. Fatores como transporte, mudança de ambiente e mistura de lotes aumentam significativamente a vulnerabilidade dos animais. É nesse momento que a prevenção define o resultado final.

A resposta imunológica também está diretamente ligada ao estado nutricional do animal. A suplementação estratégica com minerais e vitaminas como Kit Adaptador (MIN + VIT) fornece elementos essenciais, esses nutrientes atuam na imunidade e na adaptação metabólica, auxiliando na redução da vulnerabilidade no período crítico.

Contudo, nem todo lote é igual e tratar todos da mesma forma é um erro comum.

A avaliação de risco deve considerar o número de origens dos animais, histórico sanitário, tempo e distância de transporte e condição corporal na chegada. Essa análise permite ajustar protocolos e aumentar a assertividade das intervenções.

Em lotes de alto risco, soluções para reduzir a pressão bacteriana no período inicial de adaptação podem ser utilizadas de forma estratégica, sempre baseadas em diagnóstico de risco e não como rotina indiscriminada.

Mesmo com prevenção estruturada, casos clínicos podem ocorrer, e aqui existe uma regra clara, quanto mais cedo o tratamento, menor o impacto produtivo.

O uso de antimicrobianos eficazes, associado ao controle com anti-inflamatórios, permite a redução da progressão das lesões, um retorno mais rápido ao consumo e um menor impacto no desempenho final.

A Biogénesis Bagó atua com uma abordagem completa no controle da DRB, integrando vacinação estratégica, suplementação nutricional estratégica, classificação de risco e protocolos terapêuticos eficientes. O foco não é apenas tratar, é preservar performance.

No confinamento, cada dia conta. Cada quilo conta. Cada arroba conta.

E a pergunta que define o resultado é simples, sua operação está tratando a doença ou evitando que ela comprometa o desempenho?

*Viktor Abel é médico-veterinário e coordenador de Território Pecuarista em Goiás da Biogénesis Bagó


Fotos para Download:


Viktor Abel é médico-veterinário e coordenador de Território Pecuarista em Goiás
Biogénesis Bagó
 

 





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