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- mell280
21/02/2026 09h44
Homem de 26 anos é preso por injúria em caso de violência doméstica em Maracaju
Assessoria
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Na manhã desta sexta-feira (20), por volta das 12h14min, a Polícia Militar foi acionada para atender uma denúncia de possível violência doméstica na Rua Gilberto Alves, Vila Juquita, em Maracaju.
Segundo informações repassadas por vizinhos, um casal estaria discutindo desde o período da manhã em um conjunto de kitnets. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram diversas pessoas em frente à residência, que relataram que o casal havia saído a pé, deixando duas crianças — uma de 1 ano e 6 meses e outra de apenas 2 meses — sob os cuidados de vizinhas.
De posse das características dos envolvidos, a guarnição realizou rondas nas imediações e localizou a vítima, uma mulher de 20 anos. Ela relatou que o companheiro, de 26 anos, chegou em casa sem avisar e, pelo fato de o almoço não estar pronto, passou a agir de forma agressiva, proferindo ofensas e xingamentos, acusando-a de traição e utilizando palavras de baixo calão.
A vítima informou ainda que passou recentemente por cirurgia cesariana e que ainda sente dores, alegando que o companheiro não lhe dá tranquilidade dentro de casa. Ela manifestou interesse em representar criminalmente contra o autor.
Durante o deslocamento para a residência, os policiais localizaram o suspeito caminhando pela rua. Ele foi abordado, recebeu voz de prisão pelo crime de injúria no contexto de violência doméstica e não apresentou resistência. O homem confirmou que houve discussão, alegando que saiu de casa para evitar que a situação se agravasse, pois ambos estariam nervosos.
As crianças permaneceram sob os cuidados de uma tia da vítima, que se encontrava próxima ao local.
A ocorrência foi registrada e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.
*Homem de 21 anos é conduzido após causar tumulto em igreja em Maracaju*
Na noite desta sexta-feira (20), por volta das 20h20, a Polícia Militar foi acionada via COPOM (190) para atender uma ocorrência de perturbação em uma igreja localizada na Rua Major Carlos Silva, Vila Juquita, em Maracaju.
De acordo com a solicitante, um homem estaria visivelmente embriagado, alterado e incomodando os fiéis, recusando-se a deixar o local. Ao chegar ao templo a guarnição foi informada pelo responsável, um homem de 36 anos, que o jovem de 21 anos entrou na igreja, sentou-se e, em determinado momento, passou a se exaltar, afirmando que queria cantar e pregar, dizendo ser Jesus Cristo.
Segundo relato, ao ser orientado a se acalmar e permanecer sentado, o indivíduo passou a proferir ofensas contra o responsável pelo templo e tentou intimidá-lo, aproximando-se de maneira agressiva. Mesmo após ser convidado a se retirar, recusou-se a sair. Em seguida, desferiu um soco contra a parede, subiu ao altar e tentou pegar um violão, ameaçando quebrá-lo. Fiéis tentaram contê-lo, porém ele passou a bater e tentar danificar cadeiras, evadindo-se logo depois.
Durante rondas nas imediações, a equipe policial localizou o suspeito a poucos metros do local. No momento da abordagem, ele se encontrava visivelmente alterado e desobedeceu às ordens para posicionamento de segurança, sendo necessário o uso moderado da força para contê-lo e realizar a busca pessoal, não sendo encontrado nenhum objeto ilícito.
O jovem ainda se recusava a fornecer seus dados pessoais, sendo conduzido à Delegacia de Polícia Civil para identificação e demais providências. Foi necessário o uso de algemas devido ao seu estado de exaltação, visando resguardar a integridade física dele, da equipe policial e de terceiros.
Na unidade policial, ele passou a colaborar e foi identificado. Uma familiar compareceu à delegacia e informou que o rapaz possui problemas psicológicos, encontra-se em tratamento e que teria ingerido bebida alcoólica naquela data, o que possivelmente contribuiu para o ocorrido.
Diante do seu estado físico e psíquico, a autoridade policial orientou o acionamento do Corpo de Bombeiros Militar, que realizou o encaminhamento ao Hospital Soriano Corrêa da Silva para atendimento médico.
A ocorrência foi registrada como perturbação do sossego e desobediência.
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