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- mell280
06/02/2026 13h16
Paralisia cerebral não impediu formatura em nutrição e agora cursar medicina na UCP-PJC
*_Jovem Letícia Amaral Eger é uma das calouras 26.1 e homenageou CEO Carlos Bernardo na Cerimônia do Jaleco_*
Carlos Monfort
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A “Cerimônia do Jaleco” da Universidade Central do Paraguai e da Universidade Interamericana de 2026.1 mudou a tradicional recepção feita pela direção das instituições, com o anfitrião maior, CEO Carlos Bernardo recebendo homenagem de uma nova acadêmica muito especial e de uma força de vontade que serve de exemplo para todos.
A “Cerimônia do Jaleco” da Universidade Central do Paraguai e da Universidade Interamericana de 2026.1 mudou a tradicional recepção feita pela direção das instituições, com o anfitrião maior, CEO Carlos Bernardo recebendo homenagem de uma nova acadêmica muito especial e de uma força de vontade que serve de exemplo para todos.
Natural de Lages (SC), Letícia Amaral Eger, nova acadêmica de medicina, nutricionista formada, portadora de paralisia cerebral parcial, fez uma emocionante homenagem ao CEO Carlos Bernardo, que desde o primeiro contato da jovem tendo como objetivo cursar medicina, recebeu toda atenção até confirmar sua matrícula na instituição para cursar medicina.
Ao final da cerimônia, levada pela mãe Monalisa Amaral Eger, a nutricionista e futura médica Letícia foi até Carlos Bernardo e lhe entregou um presente, como forma de reconhecimento e agradecimento pela atenção dispensada desde o instante em que ela, através das redes sociais, demonstrou interesse em frequentar e cursar medicina na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, até decidir pela matrícula na UCP-PJC/Interamericana.
O gesto emocionou Carlos Bernardo que não teve outra reação do que um singelo e verdadeiro abraço em Letícia. “Você é mais que vencedora”, expressou Bernardo, ao agradecer o gesto muito emocionado pelo carinho demonstrado.
Diagnóstico
Em entrevista à equipe de Comunicação da UCP-PJC/Interamericana, a mãe de Letícia, Monalisa contou que a família soube do diagnóstico da doença de Letícia quando a jovem tinha apenas sete meses de vida.
"Quando o médico me falou que ela teria paralisa cerebral, foi um baque. Ele falou das limitações, que ela não iria comer sozinha, não iria escrever, teria dificuldade para falar, mas eu não fiquei parada, eu fui atrás", conta Monalisa Amaral Eger, mãe da jovem.
"O diagnóstico foi bem difícil, a gente ficou bem chocado. 'Não tem remédio, tua filha vai ter várias limitações'. Mas eu disse que com a milha filha ia ser diferente", diz. “E assim foi desde então”, disse Monalisa, formada em nutrição pela UFSC.
Ela está com a filha na fronteira, decidiram residir em Pedro Juan pela logística da proximidade com a sede da Universidade Central do Paraguai.
Bernardo disse que a presença de Letícia no curso de medicina demonstra a atenção, carinho, respeito e sobretudo, o investimento em ensino de qualidade proporcionado.
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