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Corpo de médico morto por colega foi sepultado hoje no interior de São Paulo


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18/01/2026 19h11

Corpo de médico morto por colega foi sepultado hoje no interior de São Paulo

Metropoles


 O médico Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, foi velado e enterrado neste domingo (18/1) em Rafard, no interior de São Paulo. Ele foi uma das vítimas assassinadas pelo também médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho após briga em um restaurante de luxo, na última sexta-feira (16/1). 

Médico morto por colega em restaurante é enterrado no interior de SP - destaque galeria
6 imagens
O homem disparou contra as vítimas mesmo diante da presença de GCMs no local
Vinicius dos Santos, morto por médico após discussão em restaurante
Luís Roberto Pellegrini Gomes também foi assassinado
Médico que matou colegas a tiros já foi preso por racismo
Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, que matou dois colegas após discussão em restaurante

A despedida de Luís Roberto teve início às 7h, no Velório Municipal de Rafard, cidade natal do médico. O sepultamento ocorreu durante a tarde no cemitério municipal.

Médico mata dois colegas de profissão

Câmeras de segurança flagraramo momento em que o médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, matou dois colegas a tiros em frente a um restaurante de luxo na Avenida Copacabana, na noite de sexta-feira (16/1). O homem foi preso em flagrante. As vítimas — Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, Vinicius Dos Santos Oliveira, de 35 — conheciam o atirador (veja abaixo).

 

Nas filmagens, é possível ver o início da briga, dentro do estabelecimento. Carlos Alberto chega, cumprimenta a dupla com apertos de mão e dá início a uma discussão. Em dado momento, ele dá um tapa em uma das vítimas, que estava sentada. Na sequência, a outra vítima, que assistia à cena, revida com diversos socos. Outra gravação, feita do lado de fora do restaurante, mostra Luís Roberto e Vinicius caminhando no estacionamento do estabelecimento, quando Carlos Alberto aparece por trás e começa a atirar. 

De acordo com a decisão que determinou a prisão preventiva de Carlos Alberto, guardas civis municipais de Barueri foram acionados para o restaurante antes dos disparos, após serem alertados de que havia um indivíduo armado no local.

Na ocasião, foi realizada uma busca pessoal no suspeito, e nenhuma arma foi encontrada. Ele apresentou aos agentes marcas das agressões sofridas e disse que iria embora. No entanto, momentos depois, ele surgiu com a arma atirando. Segundo testemunha, o objeto teria sido entregue a Carlos Alberto por uma mulher.

Domingo
 
 
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