01/10/2026 08h00
Queda da Selic e o impacto real no caixa: por que a redução da inadimplência empresarial ainda deve demorar
A Selic está em 13,75%, depois de cortes de 1,25 ponto percentual nas últimas cinco reuniões do Copom. O dinheiro ainda é caro, e o efeito da queda no caixa das empresas não é imediato. Raphael Emerick, CEO da Toku no Brasil, pode comentar o tema a partir do que vê na inadimplência e nos recebimentos.
Na visão dele: "Com a Selic a 13,75%, o dinheiro continua caro, ainda que menos do que era há alguns meses. O impacto só vai ficar visível se os cortes continuarem de forma sustentável e a inflação seguir controlada. A inadimplência é uma das últimas peças dessa sequência. Quem está com dívida cara ou atrasada precisa sentar agora, renegociar e reorganizar o orçamento. Por isso a melhora não é tão imediata e pode levar alguns trimestres."
Raphael também pode falar sobre:
- o caminho do juro até o caixa: custo do dinheiro, crédito e inadimplência;
- por que bancos e financeiras só ampliam a oferta se a inadimplência recuar;
- o que o efeito precisa para aparecer: cortes sustentáveis e inflação controlada;
- por que a eficiência da cobrança importa mesmo com a economia melhorando.
Se tiver interesse, posso agendar um papo com ele. O que acha?



