- mell280
26/09/2026 16h00
Segurança alimentar e apoio à produção fortaleceram comunidades indígenas durante o Governo Reinaldo
Entre 2015 e 2022, período em que Reinaldo Azambuja governou Mato Grosso do Sul, comunidades indígenas do Estado receberam ações voltadas à segurança alimentar, assistência e fortalecimento da produção agrícola. As iniciativas buscaram garantir condições para que as famílias tivessem acesso a alimentos e, ao mesmo tempo, pudessem ampliar a produção nas próprias comunidades gerando renda.
Mato Grosso do Sul tem a terceira maior população indígena do Brasil, com 116.346 pessoas distribuídas em oito etnias. Entre as ações realizadas durante o período estão a distribuição de cestas alimentares, programas sociais e investimentos em equipamentos e insumos para a agricultura familiar, incluindo o apoio à preparação do solo. Na Aldeia Rancho Jacaré, em Laguna Carapã, essas iniciativas ainda são lembradas pelas famílias. Para o diretor de uma unidade escolar da comunidade, Elieser Franco, o programa de segurança alimentar trouxe mais tranquilidade e criou condições para que os moradores pudessem buscar outras formas de sustento. “Isso traz fortalecimento para as famílias, principalmente na questão da alimentação. O programa de segurança alimentar trouxe mais saúde para as nossas crianças, para os nossos jovens e para as nossas famílias de uma forma geral”, afirma. Segundo ele, ter acesso ao atendimento básico dentro da própria comunidade também dá mais segurança para que as famílias possam trabalhar, produzir e comercializar o que cultivam. “Eles têm aquele atendimento dentro da comunidade, que dá segurança para os indígenas irem atrás de outros recursos, trabalhar na roça, produzir, vender. Então, esses programas têm fortalecido muito e têm alavancado o progresso da aldeia e da comunidade”, relata. A agricultura também é apontada como um caminho para ampliar a autonomia das famílias. Elieser destaca que o objetivo da comunidade é fortalecer a produção própria e preservar a identidade indígena por meio do trabalho no campo. “O nosso intuito é esse: a gente produzir, a gente viver da nossa produção. A nossa ideia é fortalecer a nossa identidade como indígena e produzir para que a gente possa ter uma boa saúde e uma boa estabilidade na comunidade”, afirma. Entre as ações lembradas pelo diretor está o apoio à preparação do solo durante a gestão de Reinaldo. Segundo ele, o fornecimento de calcário contribuiu para melhorar as condições das áreas cultivadas, com resultados que continuam sendo percebidos pela comunidade. “O Reinaldo, na época em que era governador, levou muito calcário. Até hoje essas áreas estão bem preservadas, estão dando produção. As comunidades estão colhendo o fruto dessa preparação de solo que houve. Tem dado muito retorno positivo para essa comunidade”, afirma. Além da segurança alimentar, ações de apoio à agricultura familiar e a disponibilização de equipamentos por meio da assistência técnica ampliaram as condições de produção nas comunidades indígenas. A combinação entre assistência e incentivo à produção permitiu que as famílias tivessem acesso ao alimento e, ao mesmo tempo, buscassem na agricultura uma fonte de renda e sustento. A segurança proporcionada pelas políticas públicas implantadas por Reinaldo representa também a possibilidade para as comunidades avançarem. Com as necessidades básicas atendidas, as famílias conseguem dedicar mais esforços ao cultivo da terra, à comercialização da produção e ao fortalecimento da autonomia das aldeias. Para Reinaldo, investir na agricultura familiar dos indígenas é garantir dignidade a uma população historicamente vulnerabilizada. “Nossa intenção sempre foi fazer o indígena participante do desenvolvimento que Mato Grosso do Sul vem passando ao longo dos últimos anos. Além da assistência, levamos melhores condições de trabalho para que eles vivam daquilo que produzem também. Hoje o indígena quer trabalhar, quer produzir, quer ter acesso à internet, quer estudar e nós precisamos levar isso a eles”, disse. Entre 2015 e 2022, foram destinados R$ 10.497.864,53 em insumos para apoiar a produção indígena, incluindo sementes de milho, feijão, abóbora e melancia, calcário, óleo diesel e manutenção de tratores. As ações tiveram como objetivo melhorar as condições de cultivo e permitir que as comunidades produzissem tanto para o consumo próprio quanto para a comercialização e geração de renda. Na gestão de Reinaldo, o Governo do Estado também entregou 18 mil cestas básicas todos os meses, contribuindo para a segurança alimentar das famílias. Além disso, o Governo do Estado entregou maquinários e equipamentos que ampliaram as condições de trabalho e produção nas aldeias.


