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Transparência e fiscalização são os principais pilares no combate à corrupção, defende Rose Modesto


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21/08/2026 10h19

Transparência e fiscalização são os principais pilares no combate à corrupção, defende Rose Modesto

Gildo Tavares


Rose destacou o papel do Legislativo na aprovação da Nova Lei de Licitações e defendeu maior rigor do Parlamento e cobrança sobre o Poder Executivo.

A transparência na gestão pública e o fortalecimento dos modelos de licitação são as ferramentas mais eficazes para combater a corrupção na administração pública. A declaração foi feita pela candidata a deputada federal, Rose Modesto, durante entrevista na manhã desta sexta-feira, em Campo Grande. Na ocasião, a Presidente do União Brasil/MS, enfatizou a prerrogativa do Poder Legislativo de fiscalizar os atos do Executivo e ressaltou as mudanças promovidas pelo Congresso Nacional para barrar desvios de recursos públicos.

Durante sua participação na emissora, Rose apontou que a clareza nos processos licitatórios é o caminho para blindar a máquina pública. "O que combate a corrupção é a transparência. Quanto mais transparência nos modelos de licitações, mais eficiente é o combate", declarou.

Ao reavaliar sua atuação durante o mandato na Câmara dos Deputados, Rose destacou a aprovação da Nova Lei de Licitações como um marco Legislativo no combate a fraudes. De acordo com ela, o texto legal foi aprimorado para fechar brechas operacionais na administração direta e indireta. "Quando eu estava como deputada federal, nós modificamos essa questão da nova lei de licitação. Ela se tornou muito mais difícil para quem quer fazer coisa errada", explicou.

Rose Modesto concluiu reforçando que a cobrança rigorosa sobre os gestores municipais, estaduais e federais é um dever contínuo dos parlamentares. Segundo ela, a criação de mecanismos legais e a fiscalização ativa garantem a correta aplicação do dinheiro público.

"O combate à corrupção não se faz com discursos, mas com transparência absoluta, quanto mais clareza e rigor colocarmos nas leis e nos modelos de licitação, menos espaço deixamos para quem tenta fazer a coisa errada com o dinheiro público", conclui.

 




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