- mell280
19/08/2026 17h32
Rose defende representação qualificada em Brasília e ética pública para resgatar serviços essenciais em Campo Grande
Em encontro com apoiadores e lideranças, a candidata a deputada federal Rose Modesto defendeu a urgência de uma representação política experiente no Congresso Nacional para reverter a escassez de infraestrutura e serviços básicos que afeta a capital sul-mato-grossense.
Ao colocar seu nome à disposição para retornar à Câmara dos Deputados, enfatizou que a atração de verbas federais para Campo Grande e para todo o estado de Mato Grosso do Sul exige preparo técnico e articulação firme diante da concorrência com parlamentares de todo o país.
“Não basta ter um mandato, é preciso ter experiência, conhecimento técnico e capacidade de articulação para fazer Mato Grosso do Sul ser ouvido e para trazer os recursos que a nossa população precisa”, afirmou Rose.
Para exemplificar o impacto concreto da atuação legislativa na vida do cidadão, Rose destacou investimentos direcionados à saúde pública, viabilizados por meio de sua atuação parlamentar. Entre as ações citadas, ressaltou a reforma e ampliação de leitos hospitalares e a destinação de recursos para a realização de um mutirão de cirurgias de retina no Hospital São Julião, fazendo os recursos chegarem aonde as pessoas mais precisam.
“Quando o recurso é bem direcionado, ele chega na ponta e muda a vida das pessoas. É uma cirurgia que deixa de esperar, é um leito que é ampliado, é um paciente que volta a enxergar. É para isso que um deputado em Brasília precisa trabalhar”, destacou.
Para Rose, o direcionamento estratégico das emendas parlamentares é uma das principais ferramentas para enfrentar os gargalos estruturais do município.
A candidata também fez uma reflexão contundente sobre a dimensão ética do exercício do poder, traçando um paralelo entre a gestão predatória e a aplicação responsável do dinheiro público.
“A boa política salva. A política corrupta mata! O dinheiro público não é do governante, não é do deputado, não é de nenhum grupo político. Ele é da população. E cada real que deixa de ser aplicado corretamente significa um direito que está sendo negado a alguém”, afirmou.
Na sequência, Rose chamou atenção para a forma como o descaso administrativo se traduz na privação de direitos fundamentais, refletindo-se na falta de medicamentos, na falta de profissionais de saúde, na ausência de exames diagnósticos e na exposição de crianças a cenários de extrema vulnerabilidade, violência e abuso.
Ao finalizar o encontro, Rose Modesto reafirmou que a superação das desigualdades e a garantia de proteção social dependem fundamentalmente da boa política.
“Eu acredito na política que resolve, que cuida e que transforma. A população não precisa de promessas vazias. Precisa de saúde funcionando, de educação de qualidade, de assistência para quem mais precisa e de representantes que tenham coragem e preparo para fazer acontecer”, concluiu.


