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Seca ou chuva? Por que o Centro-Oeste pede um cuidado diferente com os pneus


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05/08/2026 14h36

Seca ou chuva? Por que o Centro-Oeste pede um cuidado diferente com os pneus

Néctar Comunicação Corporativa / Assessoria de Imprensa da Pirelli


Região tem uma das divisões climáticas mais extremas do país, com seis meses de seca e seis de chuva intensa, Pirelli elenca os principais pontos de atenção

Centro-Oeste, 5 de agosto de 2026 - Enquanto Sul e Sudeste convivem com chuvas distribuídas ao longo do ano, o Centro-Oeste brasileiro segue um calendário climático muito mais rígido: de maio a outubro, a região enfrenta seca prolongada, baixa umidade e forte incidência de poeira nas estradas; de novembro a abril, o cenário se inverte por completo, com chuvas volumosas, pontos de alagamento e rodovias encharcadas. Para quem roda por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal, essa alternância não é apenas um detalhe de calendário: é um fator que muda a forma como o veículo, e principalmente os pneus, devem ser cuidados ao longo do ano.

Diferentemente das regiões com clima mais ameno e chuvas mais distribuídas, o Centro-Oeste impõe duas realidades opostas e igualmente exigentes para os pneus. Na seca, o asfalto aquecido, a poeira em suspensão e o piso ressecado das estradas de terra colaboram para elevar a temperatura interna do pneu, traduzindo em mais esforço e exigência para eles. Já na temporada de chuvas, a prioridade se inverte: o que mais importa é a capacidade de escoamento de água, a aderência em piso molhado, a tração na lama e a resistência à aquaplanagem em trechos alagados.

Para enfrentar essas condições, a Pirelli recomenda a linha Scorpion, desenvolvida para SUVs e picapes e disponível em versões que atendem desde o uso predominantemente urbano até aplicações mais severas, incluindo off-road. Para a realidade da maioria dos motoristas do Centro-Oeste, que alternam entre períodos de seca intensa e chuvas volumosas, a indicação é optar por modelos de uso misto (on/off road), capazes de oferecer bom desempenho tanto no asfalto quanto em estradas de terra e trechos com lama.

“O motorista do Centro-Oeste, na prática, enfrenta duas estações do ano completamente distintas utilizando o mesmo pneu. Por isso, mais do que uma questão de estilo de condução, é fundamental manter a calibragem sempre correta, verificando a pressão regularmente e seguindo as recomendações da montadora. Rodar com pneus acima ou abaixo da pressão indicada altera o comportamento dinâmico do veículo, compromete a aderência, aumenta as distâncias de frenagem, altera o consumo de combustível e pode reduzir a vida útil dos pneus, afetando diretamente a segurança do motorista, dos passageiros e dos demais usuários da via”, disse Fábio Magliano, consultor de treinamentos e produtos da Pirelli para a América Latina.

“Nosso principal recado para quem mora ou circula pela região é simples: além de calibrar os pneus regularmente, com eles ainda frios e na pressão recomendada pela montadora, vale fazer inspeções visuais periódicas para identificar possíveis cortes, perfurações ou outros danos. Também é fundamental verificar o TWI (Tread Wear Indicator), indicador que mostra se a profundidade dos sulcos ainda está dentro do limite seguro de utilização”, finaliza Magliano.

A Pirelli reforça que pequenos cuidados, adaptados a cada metade do ano, fazem diferença real na segurança e no desempenho do veículo:

Na seca (maio a outubro)

  • Verificar a calibragem com regularidade e sempre a frio, já que o calor do asfalto tende a elevar naturalmente a pressão dos pneus;
  • Inspecionar a banda de rodagem em busca de desgaste irregular, verificar a existência de pedras ou detritos maiores presos à banda de rodagem, algo comum em trechos de terra e cascalho;
  • Evitar rodar com a pressão abaixo ou acima da recomendada;
  • Checar cortes e perfurações causados por pedras e detritos, mais frequentes em estradas não pavimentadas na estiagem.

Na chuva (novembro a abril)

  • Conferir o TWI (Tread Wear Indicator), um indicador na banda de rodagem que mede a vida útil dos sulcos, os responsáveis por escoar a água e reduzir o risco de aquaplanagem, além de manter a tração adequada em terrenos de lama, muito comuns nessa época, nesta região;
  • Respeitar a pressão indicada pela montadora, já que pneus murchos ou cheios demais comprometem a estabilidade em pistas molhadas e alagadas;
  • Reduzir a velocidade em poças e trechos alagados, já que a aquaplanagem pode ocorrer mesmo com pneus em bom estado;
  • Evitar frenagens e mudanças bruscas de direção em pistas molhadas ou com lama, preservando a aderência e reduzindo o risco de perda de controle do veículo.

Segundo a Pirelli, o segredo para rodar com segurança no Centro-Oeste está na escolha do modelo de pneu mais adequado para a região (pneus de uso misto, on/off road), além de tratar a troca de estação como um gatilho de manutenção, e não apenas o surgimento de um problema visível. Calibrar os pneus com frequência, revisar o desgaste da banda de rodagem e observar a profundidade dos sulcos são hábitos simples que ajudam a reduzir o risco de acidentes, prolongar a vida útil do produto e manter o desempenho do veículo estável, seja debaixo de um sol de 35 graus, seja em meio a uma tempestade de verão.

Motoristas da região podem contar com a rede Pirelli Performance Center, presente em todo o Brasil, para calibragem, revisão e orientação especializada sobre o pneu mais adequado para cada veículo e cada estação do ano.

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Pirelli Scorpion
Pirelli Scorpion
Pirelli/Divulgação


Pirelli Scorpion
Pirelli Scorpion
Pirelli/Divulgação
 





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