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Cultura organizacional impulsiona engajamento de 91% e rende selo Top Corporate Culture à Construtora Pride


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  • mell280

12/07/2026 09h23

Cultura organizacional impulsiona engajamento de 91% e rende selo Top Corporate Culture à Construtora Pride

assessoria


Pesquisa de clima mostra evolução consistente em liderança, bem-estar e identificação com os valores da empresa; certificação valida maturidade cultural da companhia

 

 

Em um momento em que o engajamento dos profissionais se tornou um dos principais desafios das organizações, a Construtora Pride registra indicadores que colocam sua cultura organizacional como um diferencial estratégico para o crescimento do negócio. A mais recente Pesquisa de Clima da empresa apontou índice de engajamento de 91% entre os colaboradores — resultado que vem se mantendo em patamar elevado desde o início do monitoramento realizado pela companhia, há três anos. O desempenho foi reconhecido externamente: a Pride recebeu o selo Top Corporate Culture, concedido pela Kultua, peopletech responsável pela aplicação da pesquisa e especializada em diagnósticos de cultura organizacional e gestão de mudanças. 

O reconhecimento é baseado no Índice de Consistência e Maturidade Cultural (ICMC), metodologia proprietária que combina análise qualitativa, métricas quantitativas e avaliação da autenticidade cultural na implementação das transformações organizacionais. O selo é concedido a empresas que demonstram elevado nível de consistência e maturidade cultural — validando não apenas os números, mas a capacidade de transformar cultura em prática, processos e resultados concretos. Para obter a certificação, a Pride atingiu desempenho positivo em todos os pilares avaliados, destacando-se pela aderência entre discurso e prática, por padrões comportamentais autênticos, pela governança ativa da mudança e pela evolução cultural mensurável ao longo do tempo. 

O dado ganha relevância diante do cenário observado globalmente. Segundo levantamento da Gallup, apenas 20% dos trabalhadores no mundo estão efetivamente engajados em suas atividades profissionais. A consultoria também aponta que equipes mais engajadas apresentam melhores indicadores de produtividade, rentabilidade e retenção de talentos. Nesse contexto, o resultado alcançado pela Pride evidencia uma realidade bastante distinta da média observada no mercado.

A pesquisa começou a ser aplicada em outubro de 2023 para medir a percepção dos colaboradores e orientar ações relacionadas à gestão de pessoas. Desde então, a construtora realizou quatro edições do levantamento, construindo uma base consistente para acompanhar a evolução da experiência dos profissionais. 

Entre os principais avanços observados está o crescimento do engajamento, que passou de 87% para 91%. Outro destaque é a evolução da avaliação das lideranças. O índice de favorabilidade do eNPS de liderança — métrica que mede o quanto os colaboradores recomendariam seus gestores como líderes para trabalhar — avançou de 40% para 70%. Na prática, isso significa que 89% dos colaboradores atribuem notas entre 8 e 10 para seus líderes, demonstrando uma forte conexão entre liderança e cultura organizacional. 

"O acompanhamento contínuo da pesquisa nos permitiu entender com clareza onde precisávamos investir energia e quais aspectos da experiência dos colaboradores exigiam atenção. Mais do que medir indicadores, buscamos transformar os resultados em ações concretas", afirma Thays Lysko, gerente de Gente e Gestão da Pride. 

Outro indicador que apresentou evolução foi o de bem-estar, que passou de 77% para 83%. O resultado ganha importância em um período em que as empresas ampliam o olhar sobre saúde mental e fatores psicossociais relacionados ao ambiente de trabalho. 

A consolidação da cultura organizacional também aparece nos resultados. Atualmente, 88% dos colaboradores percebem seus líderes como exemplos da vivência dos valores da empresa. Além disso, a favorabilidade relacionada às dimensões culturais alcançou 78%. De forma espontânea, os colaboradores apontam características como foco em evolução contínua e compromisso com resultados como marcas da organização. Como consequência, a positividade em relação à cultura corporativa chegou a 93%. 

Segundo Thays, os indicadores refletem um trabalho estruturado a partir de um código de cultura construído para orientar comportamentos e decisões no dia a dia. "Nosso objetivo nunca foi criar um documento institucional. Construímos um código que traduz quem somos, como trabalhamos e quais comportamentos valorizamos. Os resultados mostram que esses princípios são percebidos e vividos pelas equipes", afirma. 

A relação entre cultura e desempenho também é respaldada por estudos da Great Place to Work. De acordo com a organização, empresas que desenvolvem ambientes de alta confiança apresentam maior capacidade de inovação, menor rotatividade e desempenho financeiro superior ao de seus concorrentes. 

Para a executiva, esse é justamente o próximo passo da discussão sobre cultura organizacional. "Quando existe alinhamento entre valores, liderança e propósito, a empresa reduz atritos, aumenta a eficiência e cria condições para crescer de forma sustentável. A cultura deixa de ser apenas um indicador de clima e passa a ser uma vantagem competitiva concreta", conclui. 

 

  

 




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