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Cinco motivos para usar o programa de aprendizagem como impulsionador de talentos


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22/06/2026 13h53

Cinco motivos para usar o programa de aprendizagem como impulsionador de talentos

assessoria


Especialista da Companhia de Estágios comenta como transformar a cota de aprendizagem em uma estratégia de desenvolvimento alinhada aos desafios do RH atual

Embora a contratação de aprendizes seja uma norma estabelecida, a forma como as empresas encaram esse processo mudou. Mais do que preencher uma cota obrigatória, investir na formação interna tornou-se um grande diferencial para garantir talentos alinhados à cultura da organização.

No primeiro semestre de 2025, foram quase 70 mil novas contratações de aprendizes no Brasil, um crescimento de 18,6% em relação ao ano anterior. Hoje, já são mais de 685 mil jovens em atividade.

“Temos visto cada vez mais empresas que efetivam e continuam aproveitando o talento do jovem após a conclusão da aprendizagem”, diz Ana Carolina Krentzenstein, gerente de R&S na Companhia de Estágios, líder em recrutamento e seleção de estagiários, trainees e jovens aprendizes. E o impacto vai além do negócio, já que o programa abre muitas portas, reduz a evasão escolar e permite que jovens aprendam na prática enquanto começam a construir sua independência financeira.

A seguir, veja cinco razões para olhar para a aprendizagem como estratégia, e não apenas como obrigação.

1. Formação de um pipeline sob medida

Ao contratar um aprendiz, sua empresa passa a contar com alguém em sua primeira experiência profissional, o que permite moldar competências e transmitir a cultura organizacional sem os vícios de experiências passadas.

Nessa modalidade, a aprendizagem é obrigatória: o jovem trabalha até 8h diárias (ou até 6h, se ainda não concluiu o Ensino Fundamental), sendo quatro dias na empresa e um em curso teórico presencial vinculado à sua área de atuação.

O resultado é um pipeline sólido de talentos que já conhecem a operação e chegam a posições iniciais prontos para contribuir.

2. Impacto social e mobilidade

Investir em aprendizagem é transformar realidades. Segundo o  Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS), quem passa pelo programa tem 10 pontos percentuais a mais de chance de obter um emprego formal futuramente.

Além disso, a renda desses profissionais na fase adulta pode ser até 35% superior. Sua empresa deixa de ser apenas um lugar de trabalho e se torna um agente real de mobilidade social e responsabilidade.

3. Eficiência no investimento em talentos

O programa de aprendizagem torna o investimento em novos profissionais mais viável. Pela legislação, o FGTS dos aprendizes é de 2% (em vez dos 8% tradicionais), além do próprio valor hora pago, que é de um salário mínimo..

Na prática, isso permite que a empresa amplie a formação de talentos com um impacto financeiro mais equilibrado. Ou seja, o RH consegue investir em desenvolvimento, testar perfis e planejar sucessões com mais previsibilidade, sem abrir mão da responsabilidade social.

4. Agilidade com novos modelos de trabalho

Com a chegada da Geração Alfa (nascidos a partir de 2010), o RH vive um momento histórico: a convivência de cinco gerações simultâneas. O aprendiz traz o olhar fresco necessário para essa integração e para a inovação do negócio.

O jovem de hoje busca flexibilidade. Tendências como períodos de trabalho mais curtos, como as jornadas de até 6 horas, permitem que o talento concilie os estudos com a vida profissional de forma saudável.

Essa rotina menos engessada ajuda a atrair jovens que valorizam o equilíbrio. Seja no modelo híbrido ou home office, essa agilidade ajuda a testar novas possibilidades e a oxigenar os processos internos da companhia. 

5. Fortalecimento da Marca Empregadora

Investir em aprendizagem também fortalece a forma como a empresa é percebida por quem está entrando no mercado. Programas bem estruturados, com trilhas de desenvolvimento, acompanhamento próximo e critérios claros de evolução, mostram compromisso real com a formação de pessoas.

Quando o jovem tem uma boa experiência, com integração consistente, liderança acessível e feedbacks frequentes, a tendência é que ele se torne um promotor espontâneo da marca. E isso ganha ainda mais força hoje: essa geração é altamente ativa nas redes sociais e costuma compartilhar suas vivências profissionais.

Para navegar com mais profundidade nas mudanças e regras da aprendizagem, a Companhia de Estágios lançou o novo Ebook Lei da Aprendizagem 2026. O material é gratuito, pode ser acessado em https://ciadeestagioscrm.ac-page.com/lei-do-jovem-aprendiz-2026.

SOBRE A COMPANHIA DE ESTÁGIOS

A Companhia de Estágios é a consultoria mais bem avaliada do segmento. Oferece soluções em recrutamento e seleção de estagiários, trainees e jovens aprendizes e  realiza a emissão e administração de contratos de estágio, atuando como agente de integração. Além disso, oferece o programa Jovem Aprendiz, cuidando da formação dos jovens e até da folha de pagamento e benefícios para as maiores organizações do país. Com o propósito de fomentar a entrada de estudantes no mercado e guiar cada vez mais talentos e empresas para o amanhã, tem mais de 2 milhões de candidatos cadastrados em sua base. A empresa usa inteligência artificial, gamificação e processos no metaverso para proporcionar a melhor experiência aos candidatos das mais de 4 mil vagas que gerencia anualmente. É responsável pela construção de programas de atração de talentos para mais de 1000 clientes, no Brasil e América Latina, entre eles, Boeing, Volvo, Pirelli, Clariant, Nissan, Bunge, e Alcoa. Atualmente, a Companhia de Estágios é a consultoria de recrutamento e seleção melhor avaliada pelos candidatos no Google e Facebook (4,9/5) e possui certificação do GPTW de 2020 a 2025.  Em 2021, 2022 e 2024 recebeu o prêmio Fornecedor de Confiança (Melhor RH). Em 2024, foi destaque no prêmio The Best Brands, da Melhor RH, na categoria Recrutamento e Seleção. Foi Top 5 no Top of Mind de RH em 2024 e 2025. Mais informações em www.ciadeestagios.com.br

 



 


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