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Da agronomia à biotecnologia, Guito aposta no agro como plataforma de negócio e influência


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08/04/2026 13h04

Da agronomia à biotecnologia, Guito aposta no agro como plataforma de negócio e influência

Isabella Sala | Access Mídia


Com trajetória que une agronomia, mercado financeiro e visibilidade na TV e na música, Guito se posiciona como nova geração de liderança capaz de aproximar o agro do grande público


Antes de ganhar projeção nacional na televisão, Diogo Brito, conhecido como Guito, construiu uma trajetória sólida dentro do agronegócio. Formado em agronomia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), ele acumula mais de uma década de experiência no setor, com passagens por grandes companhias, atuação no mercado financeiro com foco em commodities e participação em projetos de inovação na indústria alimentícia. Agora, ele reposiciona sua imagem pública para além do entretenimento e passa a ocupar um novo espaço no agro brasileiro, unindo conhecimento técnico, vivência prática e capacidade de comunicação com o grande público, um movimento que acompanha a necessidade do setor de ampliar sua presença no debate nacional. 

O reconhecimento nacional veio com sua atuação como Tibério na novela Pantanal, da TV Globo, e se amplia atualmente com sua participação como Malvino em Coração Acelerado, produções que ajudaram a projetar sua imagem para milhões de brasileiros. Paralelamente, mantém uma trajetória consistente na música, com forte ligação à cultura sertaneja de raiz e à viola caipira, elementos que também dialogam diretamente com o universo do campo.“Eu nunca deixei de ser do agro. A televisão ampliou minha voz, mas minha base sempre foi o campo. O que muda agora é a capacidade de traduzir esse universo para quem está fora dele”, comenta.

Ao longo da trajetória, Guito atuou em empresas como JBS, passou pelo mercado financeiro operando commodities e ocupou posições estratégicas no setor produtivo, incluindo a função de diretor comercial em uma das maiores empresas de calcário do país.  A experiência permitiu uma leitura ampla da cadeia, da produção ao mercado e hoje sustenta sua atuação como empreendedor e investidor no setor. Um dos marcos de sua carreira foi a participação no desenvolvimento do Lac Free, primeiro iogurte sem lactose do Brasil, criado a partir de uma leitura antecipada de comportamento de consumo observada no exterior e posteriormente adquirido pela Coca-Cola. O projeto reforça sua capacidade de identificar tendências e transformá-las em soluções de mercado. 

Atualmente, ele é sócio da Biomip, startup brasileira voltada ao desenvolvimento de insumos biológicos, um dos segmentos mais promissores do agronegócio global. A empresa atua com soluções baseadas em fungos e bactérias para fortalecimento do solo e aumento da produtividade, reduzindo a dependência de insumos químicos. “Os biológicos não são uma tendência, são uma transição inevitável. O mundo inteiro está pressionando por eficiência com menor impacto, e o Brasil tem uma oportunidade enorme de liderar esse movimento”, ressalta Guito.

Mais do que atuar na produção, Guito defende uma mudança na forma como o agronegócio se comunica com a sociedade, especialmente em um momento em que o setor ganha protagonismo global, mas ainda enfrenta distorções na percepção pública. “O agro brasileiro é extremamente tecnológico, mas ainda é mal compreendido. Existe um descompasso entre o que acontece dentro da porteira e o que chega até o consumidor final”, reverbera. Esse olhar também se reflete em seus projetos paralelos, como iniciativas voltadas à venda direta de produtos do campo, com foco em encurtar a cadeia e aumentar a margem do produtor, além do plano de estruturar sua própria fazenda. “A próxima grande transformação do agro não está só na produção, mas na forma como o alimento chega ao consumidor. Quem conseguir encurtar essa cadeia vai capturar mais valor”, completa. 

Com forte vínculo familiar com o agronegócio e uma trajetória construída dentro do setor, ele representa uma nova geração de profissionais que combinam técnica, visão de negócio e capacidade de comunicação, perfis cada vez mais estratégicos para o futuro do agro brasileiro.  “O agro precisa ocupar seu espaço com informação, não com ruído. E isso passa por ter mais gente preparada para comunicar o setor”, comenta o ator e músico.

Além da atuação empresarial, Guito também se envolve em projetos audiovisuais voltados à valorização e desmistificação do agronegócio, reforçando seu papel como agente de conexão entre o campo e a sociedade urbana, um movimento que traduz não apenas sua trajetória pessoal, mas uma transformação mais ampla na forma como o agro brasileiro se posiciona dentro e fora do país.

 

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