- mell280
16/03/2026 14h08
Mato Grosso do Sul tem três universidades entre as mais empreendedoras do Brasil; veja lista
UFMS, UFGD e UEMS figuram entre as instituições mais empreendedoras do país em levantamento da Brasil Júnior; veja top 10 nacional
Três universidades do Mato Grosso do Sul estão entre as mais bem avaliadas do país no Índice de Instituições de Ensino Superior Empreendedoras (IESE) 2025, divulgado pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior). A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aparece em 11º lugar no ranking nacional. O estado também tem a Fundação Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em 35º, e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em 44º.
No recorte regional, Mato Grosso do Sul aparece em 4º lugar no desempenho do Centro-Oeste, atrás de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal. Das 10 universidades mais bem avaliadas da região, três são sul-mato-grossenses: UFMS, em 2º lugar, UFGD, em 4º, e UEMS, em 6º.
Nesta edição, foram coletadas 34 mil respostas de estudantes de 92 universidades e 29 institutos federais de todas as regiões do país. Além do ranking geral, o estudo reúne análises por região, pesquisa de percepção discente e recortes por dimensão, como cultura empreendedora, inovação, extensão, internacionalização, infraestrutura e capital financeiro.
“Mais do que mostrar posições, o IESE ajuda a tornar mais visível o impacto que a educação empreendedora pode gerar dentro e fora das instituições. Quando a gente olha para esses resultados, o que aparece não é só desempenho, mas a capacidade de formar jovens com repertório para transformar realidades, propor soluções e contribuir de forma concreta com o desenvolvimento do país”, diz Vithória Rodrigues, presidente executiva da Brasil Júnior.
Veja a classificação das universidades de Mato Grosso do Sul no estudo:
- 11º Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
- 35º Fundação Universidade Federal da Grande Dourados
- 44º Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
O estudo mostra como universidades e institutos federais se estruturam para estimular o empreendedorismo no ambiente acadêmico. Pela metodologia do IESE, a proposta é identificar pontos que precisam de atenção e indicar oportunidades de melhoria a partir de indicadores ligados ao ecossistema empreendedor universitário.
A Brasil Júnior conduz o relatório desde 2016. Divulgado a cada dois anos, o levantamento busca contribuir para a melhoria da vivência universitária e da qualidade do ensino superior brasileiro.
Top 10 nacional
1º- Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
2º- Universidade de São Paulo (USP)
3º- Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
4º- Universidade Federal de Itajubá (Unifei)
5º- Universidade Federal de Viçosa (UFV)
6º- Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
7º- Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
8º- Universidade Federal de Lavras (UFLA)
9º- Universidade do Vale do Taquari (Univates)
10º- Universidade de Brasília (UnB)
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Download do levantamento: clique aqui.
Sobre o Índice de Instituições de Ensino Superior Empreendedoras
O IESE (Índice de Instituições de Ensino Superior Empreendedoras) é uma iniciativa da Brasil Júnior - Confederação Brasileira de Empresas Juniores que reúne instituições avaliadas em um mapeamento nacional para ajudar a consolidar um diagnóstico sobre a relação entre universidade, estudantes e o ecossistema empreendedor. Criado em 2016 e realizado a cada dois anos, a edição de 2025 contou com 121 Instituições de Ensino Superior, sendo 92 universidades e 29 institutos federais, e incluiu uma pesquisa de percepção com 34 mil estudantes de todas as regiões brasileiras.
Sobre a Brasil Júnior
A Brasil Júnior é a entidade responsável por coordenar o Movimento Empresa Júnior (MEJ) no Brasil. Como organização sem fins lucrativos, tem a missão de formar líderes empreendedores e conectar estudantes universitários a desafios reais do mercado. Atualmente, o MEJ conta com 25 mil jovens, reúne 1.449 empresas juniores e está presente em 270 instituições de Ensino Superior. Em 2025, o movimento faturou mais de R$ 66 milhões, valor 100% reinvestido na capacitação dos membros.




