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Com Selic em queda no radar, investidor volta a mirar imóveis e ativos de oferta limitada


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25/02/2026 14h22

Com Selic em queda no radar, investidor volta a mirar imóveis e ativos de oferta limitada

João Pedro


Com Selic a 15% e expectativa de queda para 12,25% no fim de 2026, segundo o Focus, o mercado volta a recalibrar o custo de oportunidade e o apetite por ativos reais. Fabrício Bellini, CEO da Blue Heaven, aponta que a virada tende a destravar decisões represadas e aumentar o interesse por produtos de baixa densidade em áreas com regras rígidas, como o Aquos, em pré-lançamento no Estaleiro (Balneário Camboriú/SC), com apenas 12 unidades e VGV estimado em R$ 340 milhões.

Fevereiro, 2026 - Com a Selic em 15% ao ano e o Banco Central já sinalizando o início de um ciclo de cortes a partir da próxima reunião, em março, o investidor volta a fazer uma conta que ficou em segundo plano no aperto monetário: quando a renda fixa começa a ceder, ativos reais recuperam espaço na carteira, especialmente em endereços onde a oferta não responde no mesmo ritmo da demanda.

A expectativa capturada pelo mercado segue na mesma direção. No Relatório Focus, a mediana para a Selic no fim de 2026 gira em torno de 12,25%, indicando que a reprecificação tende a ocorrer de forma gradual, mas suficiente para mexer no custo de oportunidade e na atratividade do crédito imobiliário ao longo do ano.

Para Fabrício Bellini, CEO da Blue Heaven e especialista imobiliário com mais de 20 anos de atuação, o ponto não é “adivinhar” a velocidade da queda, mas entender o efeito prático da inflexão. “Quando o mercado passa a enxergar queda de juros, o investidor volta a olhar imóvel como proteção de valor e como aposta de valorização. A janela se abre antes da taxa cair de fato, porque é quando o preço do dinheiro começa a mudar na expectativa”, afirma Bellini. À frente da Blue Heaven, construtora reconhecida nacionalmente por projetos autorais com premiações internacionais, ele diz que, no alto padrão, a diferença fica mais clara em regiões onde a regulação limita o adensamento e dificulta a reposição de oferta.

Um dos exemplos citados por Bellini é o Aquos, em pré-lançamento no Estaleiro, área de Balneário Camboriú/SC, onde regras ambientais e urbanísticas limitam a verticalização e reduzem o ritmo de novos lançamentos frente-mar. Com 12 unidades e VGV estimado em R$ 340 milhões, o empreendimento entra no radar do investidor justamente por combinar oferta limitada por regra e um produto de baixa densidade, atributos que costumam ganhar tração quando o ciclo de juros começa a virar e o capital volta a buscar ativos reais com potencial de proteção de valor e valorização.

Bellini explica ainda que a queda da Selic tende a ter dois efeitos simultâneos no setor: de um lado, melhora a leitura de financiamento e destrava decisões de compra represadas; de outro, aumenta o interesse por ativos “difíceis de replicar”, onde a precificação depende menos de ciclo e mais de restrição de oferta. “O investidor experiente não compra só metro quadrado; compra escassez, liquidez e previsibilidade. Com a curva de juros virando, essa comparação fica mais favorável para quem entra antes do movimento ficar óbvio”, conclui.

Sobre a Blue Heaven Empreendimentos 

Comandada pelo especialista em mercado imobiliário Fabricio Bellini, com mais de 20 anos de experiência, a Blue Heaven Empreendimentos tem a missão de oferecer um jeito de morar inovador e de alto conforto em harmonia ao meio ambiente. Com a filosofia "Building With Nature", a empresa coloca sua inteligência construtiva e tecnologia a serviço do equilíbrio da vida. Seus projetos exclusivos são expressões da colaboração entre renomados arquitetos, inovações em materiais construtivos, acabamentos, mobiliário e a busca incessante pela conexão entre o ser humano e natureza, contribuindo com o valor de sustentabilidade em sua essência, além de trazer arte às regiões que estão inseridos.

https://blueheaven.com.br/ 

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