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Condenado por matar jornalista durante assalto é recapturado 6 meses após fuga


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17/02/2026 10h50

Condenado por matar jornalista durante assalto é recapturado 6 meses após fuga

Ana Paula Chuva


 Evadido do sistema prisional desde o ano passado, Bruno da Silva Galvão, 39 anos, o “Playboy”, foi recapturado pela equipe da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar. O foragido foi denunciado e condenado por matar o jornalista André Luis da Costa Felipe em 5 de fevereiro de 2006 durante um roubo junto com outros cinco homens.

 
 
 
 
Bruno foi encontrado na casa onde mora no Bairro Jardim Aeroporto. Ele estava com mandado de recaptura válido até março de 2036. Segundo o Sistema Unificado de Execução Penal, em março de 2025 ele teve a progressão de regime concedida para continuar cumprindo a pena em regime aberto.
 
Latrocida foragido da justiça é preso pela Derf no Jardim Aeroporto
No entanto, em 27 de agosto do mesmo ano, o juiz Albino Coimbra Neto suspendeu o regime prisional e decretou a regressão dele ao regime fechado por “falta grave”. No caso, ele evadiu-se do sistema penitenciário.
 
A ordem judicial foi cumprida e Bruno encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro, onde a recaptura foi comunicada à 2ª Vara de Execução Penal.
 
Condenado por matar jornalista durante assalto é recapturado 6 meses após fugaLatrocínio – O  MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) denunciou seis pessoas acusadas de envolvimento no latrocínio de André Luis. De acordo com a peça acusatória, Ronaldo Everaldo Ferreira Marinho, conhecido como “Peixe”, teria planejado o crime com a ajuda de Bruno da Silva Galvão, o “Galvão” ou "Playboy".
 
Conforme o Ministério Público, Ronaldo mantinha relacionamento com a vítima e teria se aproveitado da proximidade para facilitar a execução do plano, cujo objetivo era matar André Luis e subtrair seus bens.
 
Ainda segundo a denúncia, na noite de 4 de fevereiro, os dois teriam atraído a vítima para um encontro. Durante o trajeto, André Luis foi rendido, amarrado e levado até uma região próxima à saída para Rochedo, onde foi atingido por cinco disparos de arma de fogo na cabeça.
 
Após o crime, os acusados teriam utilizado o carro e cartões bancários da vítima para tentar sacar dinheiro em caixas eletrônicos da Capital, mas não conseguiram concluir as operações por erro na senha. Em seguida, buscaram ajuda de outros denunciados para ocultar o veículo, que seria posteriormente negociado no Paraguai.
 
Também foram denunciados Alcizino Valério dos Santos Júnior, Vinicius Torres, José da Silva Lima e Allan Bruno Gonçalves Ribeiro. Parte deles é acusada de auxiliar na ocultação do automóvel e de outros objetos subtraídos, além de colaborar para dificultar a elucidação do crime.
 
O Ministério Público enquadrou Ronaldo e Bruno por latrocínio e ocultação de cadáver, com agravantes previstas no Código Penal. Os demais denunciados respondem por participação no crime e por ocultação de bens de origem ilícita.
 
 
Condenação – Em 2007, os seis acusados foram julgados e de acordo com a sentença da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, Ronaldo e Bruno foram condenados a 25 anos e seis meses de prisão, Alcizino a 10 anos e nove meses. Os três em regime fechado.
 
Allan Bruno a 2 anos  e Vinicius  a 1 ano e seis meses em regime aberto, mas a pena foi substituída por  prestação de serviços à comunidade.
 
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