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Super Quarta concentra atenções do mercado; dólar recua e ouro bate novo recorde histórico


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  • mell280

28/01/2026 10h48

Super Quarta concentra atenções do mercado; dólar recua e ouro bate novo recorde histórico

Thais Cipollari


Boletim sobre o câmbio — Elson Gusmão – diretor de Câmbio da Ourominas

 

 

 

Nesta quarta-feira (28) o dólar apresenta queda, cotado a R$ 5,20, mantendo o menor patamar desde fevereiro de 2022. A moeda recuou, refletindo expectativa de manutenção dos juros no Brasil e nos Estados Unidos. O mercado opera em clima de cautela, com fluxos direcionados a ativos de risco e atenção redobrada às decisões de política monetária.

O movimento do câmbio acompanha o apetite ao risco dos investidores, que se apoiam em sinais de estabilidade fiscal doméstica e na perspectiva de manutenção da Selic em 15% ao ano pelo Copom. No exterior, o Federal Reserve deve anunciar hoje sua decisão sobre a taxa básica americana, atualmente entre 3,5% e 3,75%. A expectativa predominante é de manutenção, reforçando a leitura de que o ciclo de cortes iniciado em 2025 foi suficiente para sustentar a atividade sem reacender pressões inflacionárias.

O fluxo cambial segue misto: entradas ligadas a exportadores e investidores estrangeiros em bolsa contrastam com saídas pontuais de importadores e remessas corporativas. O Ibovespa opera em alta, acima dos 182 mil pontos, reforçando o movimento de valorização de ativos locais.

Na agenda doméstica, o destaque é a divulgação da Sondagem da Indústria de janeiro pela FGV, além do fluxo cambial semanal do Banco Central e, ao fim do dia, a decisão do Copom sobre os juros. No exterior, além da decisão do Fed, investidores acompanham dados de confiança do consumidor nos EUA e discursos do Banco Central Europeu. O dia é marcado pela chamada “Super Quarta”, quando os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos anunciam suas decisões de política monetária simultaneamente. 

O cenário internacional adiciona volatilidade: a combinação de juros estáveis nos EUA, eleições em diversos países e ajustes fiscais domésticos no Brasil mantém o câmbio sensível a notícias políticas. Analistas destacam que o real se beneficia do diferencial de juros elevado e da entrada de recursos em renda variável, mas o ambiente global ainda exige cautela.

O dólar inicia o dia em queda. O foco está nas decisões de política monetária e nos indicadores econômicos que podem redefinir o rumo da moeda ao longo da sessão.


Boletim sobre o ouro — Mauriciano Cavalcante – Economista da Ourominas

O ouro abriu esta quarta-feira (28) em forte alta, cotado a US$ 5.201,30 por onça troy (cerca de R$ 26.967), um avanço de 2,34% em relação ao fechamento anterior. O metal precioso atingiu novo recorde histórico, impulsionado pela busca de proteção diante das tensões geopolíticas e da expectativa pelas decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos.

O movimento reflete o sentimento de cautela dos investidores, que migram para ativos considerados seguros em meio à volatilidade global. O fluxo de capitais mostra direção clara para o ouro, com aumento expressivo de contratos futuros e demanda física, enquanto bolsas operam com oscilação moderada.

Na agenda do dia, os destaques são as decisões de juros do Federal Reserve (16h) e do Copom (18h30), ambas com expectativa de manutenção das taxas atuais.

No cenário internacional, o ouro é impulsionado por incertezas políticas e econômicas: tensões geopolíticas recentes, discursos do Banco Central Europeu e dados de confiança do consumidor nos EUA reforçam a busca por proteção. Analistas destacam que, mesmo com juros estáveis, o metal deve seguir valorizado, sustentado pela percepção de risco global e pela expectativa de que bancos centrais mantenham postura cautelosa.

O ouro inicia o dia em patamar recorde, consolidando-se como principal ativo de proteção em meio à “superquarta” de decisões monetárias. O mercado opera com forte demanda pelo metal, refletindo a combinação de cautela internacional e apetite por segurança.

 

Sobre Elson Gusmão

Elson Gusmão é o Diretor de Operações da Ourominas, considerada uma das maiores empresas de ouro e câmbio do país. Formado em Gestão Financeira em 2016, está há mais de 8 anos na Instituição Financeira e DTVM. Faz análises sobre a cotação de câmbio de moedas e realiza comentários sobre as atualizações do mercado.
 

Sobre Mauriciano Cavalcante

Mauriciano Cavalcante é economista da Ourominas, uma das maiores empresas de compra e venda de ouro no Brasil. Bacharel em Negócios Internacionais e Comércio Exterior, o especialista comenta sobre a cotação do ouro e câmbio de moedas. Mauriciano também aborda sobre tendências do mercado nacional e internacional e sua correlação com o mercado cambial.
 

Sobre a Ourominas

A Ourominas (OM) possui anos de história e atuação. Ao longo desse período construiu uma sólida reputação, se consolidando como uma bem-sucedida instituição do mercado e referência no Brasil em serviços financeiros.

Atualmente a OM possui um portfólio diversificado de soluções financeiras no mercado de ouro ativo financeiro para exportação, investimento e consumo industrial, da qual é certificada na Americas Gold Manufacturers Association (AMAGOLD). E no mercado de câmbio de moedas estrangeiras para turismo e negócios internacionais, integra a Associação Brasileira de Câmbio (ABRACAM).

Em 2021, a OM foi a primeira Instituição Financeira da América Latina a possuir as certificações ISO 9001, 14001 e 45001, e em 2022, a OM foi a primeira Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) da América Latina a possuir a certificação Great Place to Work (GPTW).

Com uma estrutura completa de consultores especializados, oferece atendimento dedicado a diversos perfis de empresa ou pessoa física, moldando os produtos às necessidades dos clientes com qualidade, agilidade e baixos custos operacionais.

 

 

 

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