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5 passos para escalar o topo do ESG: Como a liderança feminina e a natureza impulsionam resultados além do lucro


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19/01/2026 10h58

5 passos para escalar o topo do ESG: Como a liderança feminina e a natureza impulsionam resultados além do lucro

Mariana Sampaio


Aretha Duarte: palestrante, empreendedora social, empresária e a primeira mulher latino-americana a chegar ao topo do Monte Everest. Crédito imagem: divulgação.

Da montanha ao conselho, Aretha Duarte revela como o desenvolvimento de pessoas é a chave para a sustentabilidade corporativa

 

Em um cenário corporativo que cada vez mais reconhece o valor do tripé ESG (Ambiental, Social e Governança), o desenvolvimento humano deixou de ser apenas um pilar e se consolidou como o motor de uma estratégia de negócios robusta e de longo prazo. Após a COP30, o debate sobre sustentabilidade ganhou contornos práticos, e é neste contexto que programas de liderança feminina, diversidade e uma cultura ambiental regenerativa se mostram não apenas necessários, mas vitais para a produtividade, o engajamento e a reputação das empresas. 

Aretha Duarte, montanhista, empreendedora e palestrante conhecida por ser a primeira mulher negra latino-americana a escalar o Everest, faz questão de endossar e trazer essa transformação ao centro dos diálogos e palestras com as empresas. Com a experiência de quem traduz o "ar rarefeito" das montanhas para as salas de conselho, Aretha oferece uma metodologia comprovada de como investir em pessoas, especialmente em lideranças femininas, impacta diretamente o sucesso corporativo. "Liderar é saber tomar decisões sob pressão, assim como em uma montanha. Mas, mais do que isso, é construir uma cordada forte, onde cada membro é valorizado e a diversidade de perspectivas se torna um diferencial para superar os desafios mais complexos. O futuro da liderança é humano, diverso e conectado ao propósito," afirma Aretha Duarte.

Nessa escalada por resultados que vão além do lucro, Aretha destaca cinco passos essenciais para alcançar o topo do ESG:

  1. Ativar equidade e liderança feminina como alavanca objetiva de performance

A inclusão de mulheres em posições de liderança é um dos pilares do S (Social) do ESG e tem um impacto comprovado na performance corporativa. Empresas com maior diversidade de gênero em suas equipes de liderança demonstram melhor desempenho financeiro, maior inovação e uma cultura organizacional mais forte. Isso porque as habilidades desenvolvidas pelo esporte, como autoconfiança, liderança, trabalho em equipe, comunicação e resiliência, são intrínsecas à jornada feminina e extremamente valiosas no ambiente corporativo. De acordo com a ONU Mulheres e a Women’s Sports Foundation, 94% das mulheres em cargos executivos de liderança têm histórico esportivo, e 91% delas afirmam que essas habilidades foram cruciais para suas carreiras. 

A relevância é tal que grandes corporações já colhem frutos significativos. A Natura, por exemplo, alcançou a paridade de gênero em cargos de liderança na América Latina em 2023, com 50,5% de mulheres ocupando posições de diretoria e vice-presidência, um marco que não apenas reflete equidade, mas também potencializa os resultados. Trilhando um caminho parecido, o Grupo Boticário atingiu, há três anos, o marco de 56% de mulheres ocupando cargos de liderança. "Mulheres líderes constroem resultados sustentáveis quando fortalecem a autoliderança, inspirando seus times a inovar e a resistir aos reveses com uma visão mais ampla," pontua Aretha.

  1. Oxigenar a inovação por meio da diversidade e inclusão

A diversidade vai além da presença feminina, abrangendo raça, etnia, orientação sexual, idade, experiências e perspectivas. Um ambiente inclusivo é um terreno fértil para a inovação, pois estimula a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. "Ambientes extremos revelam competências que escritórios não testam. É na diferença que encontramos as soluções mais criativas e robustas, transformando desafios em oportunidades de aprendizado e crescimento para toda a equipe," explica Aretha. 

A força de equipes diversas é como a resistência de uma cordada na montanha: cada integrante traz uma perspectiva única, e a colaboração é a chave para superar os obstáculos. Essa sinergia se traduz em melhor tomada de decisões, maior adaptabilidade às mudanças do mercado e, consequentemente, em um aumento significativo da produtividade e engajamento.

 

Aretha Duarte durante uma das centenas de palestras ministradas para empresas ao longo de sua carreira. Crédito imagem: divulgação.

  1. Regenerar a cultura organizacional para sustentar negócios de longo prazo e com propósito

A pauta ambiental (E do ESG) tem avançado para além da mitigação de impactos, buscando uma cultura regenerativa que valorize e restabeleça o equilíbrio natural. A conexão com a natureza, inclusive, oferece benefícios diretos à saúde mental e à capacidade cognitiva, elementos essenciais para a liderança. Estudos da Yale School of Environment mostram que passar pelo menos 2 horas na natureza durante a semana melhora a saúde e o bem-estar, reduzindo o cortisol, o hormônio do estresse, em 21,3% por hora, e aumentando a criatividade e a resolução de problemas em até 50%. 

Para Aretha Duarte, essa conexão é fundamental: "O esporte e a natureza desenvolvem habilidades essenciais para o mundo corporativo. Desconectar para reconectar, respeitar os ciclos e entender que o ecossistema precisa de equilíbrio são lições que aprendemos nas montanhas e que são diretamente aplicáveis à construção de negócios sustentáveis."

Narrativas ESG precisam de método para sair do discurso e virar ativos valiosos acionáveis. Sem experiências práticas direcionadas e validadas, o desenvolvimento de novas lideranças comprometidas com o tripé Ambiente, Social e Governança permanece no campo da intenção.

  1. Operacionalizar o ESG por meio de experiências de liderança disruptivas

Para operacionalizar o ESG por meio de experiências de liderança disruptivas, e traduzir essas lições em uma experiência transformadora, é nesse ponto que programas como o "Todas no Topo", idealizado e liderado por Aretha Duarte, se destacam como um exemplo prático de como o desenvolvimento humano pode se tornar uma estratégia de negócio potente. Trata-se de uma experiência imersiva de quatro dias nas montanhas, criada especialmente para mulheres em posições de liderança ou em transição de carreira, que buscam desenvolver suas habilidades de forma profunda e transformadora. 

O "Todas no Topo" propõe práticas de superação pessoal, colaboração e reencontro com a essência do protagonismo feminino. As participantes vivem dinâmicas que estimulam a tomada de decisão sob pressão, a liderança em ambientes incertos, o trabalho em equipe, a autonomia e a comunicação empática, tudo isso em um ambiente de natureza extrema que exige presença, escuta, coragem e flexibilidade. 

A iniciativa não apenas fortalece a autoliderança e a tomada de decisão consciente, mas também promove a desconexão consciente para uma reconexão estratégica, crucial para a saúde mental e o bem-estar no trabalho. "A saúde mental e a liderança caminham juntas. Não há como sustentar uma performance de excelência sem cuidado, sem pausas e sem um time que se apoia. O 'Todas no Topo' é sobre isso: sobre encontrar a sua força no coletivo e se fortalecer para inspirar outros," reforça a montanhista. 

Além disso, o programa ajuda empresas a se adequarem à NR-1, que agora exige a avaliação de riscos psicossociais, promovendo ambientes de trabalho mais saudáveis e contribuindo para a redução de afastamentos.

Quando esse desenvolvimento é aplicado com método único (Aretha é a única mulher negra latino-americana a chegar no topo do Everest, guia de alta montanha há mais de 15 anos, educadora física e CEO empreendedora socioambiental), intenção e mensuração, ele deixa de ser uma mera iniciativa isolada para cumprir agenda e passa a integrar a estratégia real de sucesso do negócio a longo prazo.

 

Aretha Duarte durante expedição ao Monte Everest, no Nepal. Crédito imagem: divulgação.

  1. Converter desenvolvimento, empoderamento e retenção de lideranças ESG em valor e resultado mensurável para o negócio

Empresas que investem em programas como o 'Todas no Topo' colhem retornos significativos em diversas frentes. Líderes mais preparadas e engajadas impulsionam a performance, resultando em melhores resultados e lucratividade. A diversidade e a inovação geradas pelos times tornam a organização mais robusta, garantindo maior competitividade no mercado global. Uma forte cultura ESG, cultivada por essas iniciativas, contribui também para o aprimoramento da reputação corporativa, atraindo tanto investimentos quanto novos talentos. A cultura corporativa e o engajamento são fortalecidos, pois os colaboradores se sentem mais valorizados e pertencentes à própria organização. Como resultado de todo esse movimento, há um aumento da produtividade e da capacidade de inovação, impulsionados por planos de ação direcionados, pela diversidade de ideias e pelos estímulos que esses programas proporcionam. 

"A mudança de paradigma do mundo corporativo exige que tragamos empatia, soluções inovadoras, compaixão e responsabilidade ambiental para o centro da estratégia. O ESG não é um custo, é um investimento que fortalece a empresa de dentro para fora, garantindo um horizonte de crescimento sustentável", conclui Aretha Duarte.

Sobre Aretha Duarte

Conhecida como a primeira mulher negra latino-americana a alcançar o topo do Everest, Aretha Duarte, que nasceu na periferia de Campinas-SP, recolheu cerca de 130 toneladas de materiais recicláveis para custear a expedição, transformando sua jornada em símbolo de resiliência, propósito e impacto social. Formada em Educação Física, atualmente, além das expedições em grupos, Aretha também ministra palestras corporativas, abordando temáticas como impacto social para as empresas, sustentabilidade na prática, liderança com propósito e engajamento em ações como a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho) de forma humana e inspiradora. Aretha é embaixadora da Veolia Brasil, da The North Face Brasil, e dos projetos Favela Radical, Outward Bound Brasil e Pés Livres - com mulheres e crianças na Tanzânia. Ela também atua ativamente em campanhas publicitárias e com produção de conteúdo. Saiba mais: instagram.com/aretha_duarte | linkedin.com/company/aretha-duarte 

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 Aretha Duarte durante uma das centenas de palestras ministradas para empresas ao longo de sua carreira. Aretha Duarte durante expedição ao Monte Everest, no Nepal.





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