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Na última semana de campanha, Reinaldo intensifica agenda em Campo Grande


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  • mell280

30/09/2026 07h40

Na última semana de campanha, Reinaldo intensifica agenda em Campo Grande

Paulo Fernandes


 Na reta final da campanha eleitoral, o candidato ao Senado Federal Reinaldo Azambuja (PL 222) transformou algumas horas em uma verdadeira maratona política. Na noite de segunda-feira (28), o candidato participou de duas grandes reuniões promovidas por dois candidatos a deputado estadual: Herculano Borges, no Comitê Central, e Pedro Caravina, na Sede do PSDB, os dois endereços em Campo Grande. 

 

Em ambos os encontros, a mensagem foi a mesma — e direta: o Brasil não vai bem, e a mudança passa, obrigatoriamente, pelo voto. "O Brasil não está bem, o custo de vida está caro para as famílias, a atividade econômica do país não está boa. As indústrias brasileiras, por incrível que pareça, fecham a porta aqui no Brasil e estão montando ali no Paraguai", diagnosticou Reinaldo, no primeiro compromisso da noite, ao lado do governador Eduardo Riedel e de lideranças da coligação.   

 

 

No Comitê Central, Reinaldo fez questão de lembrar a história construída com o anfitrião, o candidato Herculano. Herculano por sua vez defendeu a candidatura do ex-governador: “Reinaldo está muito bem preparado para esse cargo público, que será em grande benefício não só para Mato Grosso do Sul, mas para todo o Brasil." O coro de elogios ao candidato ao Senado veio também de Alan Guedes, ex-prefeito de Dourados e candidato a deputado federal: "Reinaldo será um grande senador da República, que fará a diferença em Brasília, não só em benefício de Mato Grosso do Sul, mas de todo o Brasil." 

 

 

Ao guiar o público voto a voto pela cédula, Reinaldo explicou por que a disputa pelo Senado é decisiva neste ano, em que dois terços da Casa serão renovados e Mato Grosso do Sul elegerá dois senadores. "É lá que vai ser votada muita das coisas que vão mudar a vida dos brasileiros e brasileiras. Não é normal o que a gente vê hoje acontecendo no Supremo Tribunal Federal. Nós precisamos de senador que tenha coragem de votar pelo Brasil, pela moralidade das coisas públicas, pela mudança que nós precisamos fazer", afirmou. Ele lembrou que a chapa ao Senado da coligação tem Reinaldo (222) e Capitão Contar (221), ao lado da candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel (11). 

 

"Todas as noites, cinco, seis, sete, oito reuniões", resumiu Reinaldo ao chegar ao segundo compromisso, na Sede do PSDB. Ali, reviveu outra parceria de longa data, agora com o deputado Caravina. "Esse cara aqui, a gente construiu uma história junta. Eu era deputado federal e ele se elegeu prefeito de Bataguassu, em 2013, onde governou até 2020. Depois eu fui eleito governador e a gente construiu uma história de parceiros: parceiro pela cidade de Bataguassu, parceiro pelas boas causas do Mato Grosso do Sul", recordou. 

 

Reinaldo destacou ainda a trajetória de Caravina no governo estadual: "Caravina veio para o governo junto com o Eduardo Riedel, foi Secretário Adjunto de Infraestrutura e fez um belo trabalho, levando o governo para praticamente as 79 cidades. Ele preside a comissão mais importante da Assembleia, a Comissão de Constituição e Justiça, por onde passam todos os projetos. Ele estando lá é uma segurança para o governador."  

 

 

Anfitrião, Caravina disse ter trabalhado lado a lado com Reinaldo e conhecer sua seriedade e determinação em melhorar a vida das famílias sul-mato-grossenses, com obras e serviços em todas as áreas — especialmente saúde, educação e infraestrutura. "Reinaldo será um grande senador da República", avaliou.


Foi no PSDB que Reinaldo resumiu, em uma frase, a bandeira central de sua candidatura: "Nós precisamos de menos Brasília e mais Brasil." Para ele, o problema do país é a concentração de recursos na União, longe de onde as pessoas vivem — o oposto do municipalismo que defende, contra a "política do pires na mão", em que o município precisa implorar por recursos que deveriam estar na ponta. "Temos um governo gastador. Gasta muito em Brasília, mas não gasta onde deveria gastar, que é onde mora as pessoas, que é nos municípios, é olhar para o interior do Brasil."

Na oportunidade, o candidato voltou a defender a redução da máquina pública a exemplo do que foi feito em países como Argentina e Estados Unidos. “Nós precisamos reformar o Brasil: gastar menos em Brasília para gastar mais nos municípios, na saúde, na segurança, nas escolas de tempo integral, no desenvolvimento”, reiterou. Reinaldo também listou pautas que pretende defender no Senado, como o reajuste da tabela SUS, a retomada das ferrovias Ferroeste e Novoeste. E criticou a falta de planejamento federal em obras.

Com a campanha entrando nos últimos dias, o apelo se repetiu nos dois comitês: cada eleitor precisa ser um agente de mobilização. "Essa mudança depende de cada um de nós ir às urnas, falar com o amigo, convencer aquele que não quer votar. Porque vai ser de novo uma eleição apertada, não é fácil enfrentar essa máquina que está lá no Governo Federal", pediu Reinaldo.

PL - Partido Liberal
 
 





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