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Mercado de luxo em SP quebra recorde e movimenta R$ 16,2 bilhões em 2025


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06/03/2026 04h02

Mercado de luxo em SP quebra recorde e movimenta R$ 16,2 bilhões em 2025

assessoria


  Mercado de luxo em SP quebra recorde e movimenta R$ 16,2 bilhões em 2025

Capital paulista registra alta de quase 9% no volume de vendas de imóveis de alto padrão, com as Zonas Sul e Oeste consolidando-se como os principais polos de investimento.

O setor imobiliário de altíssimo padrão em São Paulo encerrou o ano de 2025 com números históricos. De acordo com um levantamento exclusivo baseado nos registros de ITBI da Prefeitura, o segmento de unidades com valor acima de R$ 3 milhões movimentou R$ 16,2 bilhões. O montante representa um crescimento de 8,7% em relação ao ano anterior, quando o setor havia registrado R$ 14,95 bilhões.

Esse aquecimento reflete diretamente na procura por apartamentos à venda na zona oeste, região que se tornou o principal motor de aceleração do mercado paulistano. O avanço foi impulsionado por um total de 2.579 transações nessa faixa de preço, o que aponta para uma valorização contínua do metro quadrado premium na metrópole. O estudo destaca que, embora o volume de vendas tenha crescido de forma sólida, o valor geral de vendas subiu em ritmo ainda mais acelerado, sinalizando uma busca por ativos de maior valor agregado e segurança patrimonial.

No mapa do luxo paulistano, a Zona Sul mantém a hegemonia em termos absolutos. A região concentrou o maior volume financeiro da cidade, com R$ 6,71 bilhões movimentados e mais de 1,1 mil transações. Bairros consagrados como Vila Nova Conceição e Itaim Bibi continuam sendo o destino preferencial para grandes fortunas, com tickets médios que ultrapassam os R$ 7 milhões e chegam a quase R$ 10 milhões no Itaim.

Por outro lado, a Zona Oeste se posicionou como o principal vetor de crescimento acelerado em 2025. Com uma alta de 27,9% no Valor Geral de Vendas, a região atraiu investidores para áreas em plena transformação. Muitos compradores buscam entender como é morar em Pinheiros, atraídos pela infraestrutura completa, vida cultural e proximidade com centros empresariais, o que coloca o bairro e seus arredores, como Alto de Pinheiros e Vila Ida, no topo da lista de desejos. O ticket médio na Zona Oeste ficou na casa dos R$ 6 milhões, competindo diretamente com a Zona Sul em atratividade.

O Jardim Paulista liderou o ranking de vendas em volume, com 191 unidades comercializadas. No entanto, quando o assunto é exclusividade, o Jardim Paulistano se destacou com o ticket médio mais elevado da capital, atingindo a marca de R$ 14,5 milhões por transação. Outros endereços como Jardim Europa e Vila Nova Conceição também mantiveram médias elevadas, reforçando a resiliência dessas micro-regiões.

A análise desses dados confirma que o imóvel de alto padrão em São Paulo funciona como um ativo de proteção. Esse público tende a ser menos sensível a oscilações econômicas momentâneas, vendo no setor imobiliário uma estabilidade estrutural. O mercado de luxo, portanto, segue consolidado como um porto seguro para o capital, priorizando projetos que entregam valor a longo prazo.

 

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