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- mell280
29/01/2026 18h34
No Fórum CAF 2026, Cox defende água e energia como políticas de Estado e anuncia mais de US$ 7 bilhões em investimentos estratégicos na América Latina
assessoria
A Cox atua em mais de 30 países, com mais de 10 mil colaboradores diretos, com foco em infraestruturas críticas de água e energia na América Latina e em outros mercados globais. A América Latina enfrenta um crescimento estimado de 2,2%, informalidade próxima de 50% e uma taxa de pobreza de 25,5%, cenário que reforça a urgência de investimentos estruturantes nos setores de energia e água.
Em 2025, a Cox adquiriu a Iberdrola no México por US$ 4,2 bilhões e assumiu o compromisso de investir outros US$ 6 bilhões entre 2025 e 2030 em infraestruturas energéticas e hídricas. No Equador, a companhia já comprometeu investimentos superiores a US$ 700 milhões em soluções integradas de água e energia, posicionando o país como um de seus eixos estratégicos na região andina.
No Chile, a Cox cancelou seu plano de desinvestimento e anunciou uma nova rodada de investimentos para os próximos anos.
Durante o Fórum Econômico Internacional da América Latina e do Caribe 2026, organizado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina – CAF, Enrique Riquelme, presidente executivo da Cox, reafirmou o compromisso estratégico da companhia com o México, destacando o país como um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento energético e hídrico da região.
Na ocasião, Riquelme fez um chamado firme e estratégico a governos, empresas e organismos multilaterais para unir esforços e transformar o acesso à água e à energia em verdadeiras políticas de Estado, capazes de sustentar o desenvolvimento econômico, a estabilidade democrática e a integração regional.
Em sua participação na Sessão Plenária do Fórum CAF, realizada na Cidade do Panamá, Riquelme destacou que a América Latina vive um dos momentos mais decisivos de sua história recente, em um contexto internacional marcado por disputas geoeconômicas, fragmentação comercial, conflitos armados e pela redefinição das cadeias globais de suprimentos.
“Sem água e sem energia, não há prosperidade, inclusão social nem soberania real. Esses pilares não admitem ambiguidades: são a base do crescimento econômico, da coesão social e da força democrática de nossos países”, afirmou.
Riquelme lembrou que a Cox, empresa de origem espanhola, mas com profunda vocação latino-americana, nasceu no Panamá há quase duas décadas e hoje atua em mais de 30 países, em quatro continentes, apoiada por mais de 10 mil profissionais que trabalham diariamente na proteção de infraestruturas críticas de água e energia. “Nosso crescimento acelerado foi possível porque acreditamos nos países onde investimos e no talento local que impulsiona esse desenvolvimento”, destacou.
O executivo também ressaltou os principais marcos da trajetória da companhia, desde os primeiros investimentos em geração de energia na América Central, a abertura de capital no México, até a consolidação da Cox como um dos players relevantes do setor de infraestrutura na região.
Riquelme alertou que a América Latina ainda enfrenta desafios estruturais persistentes, como crescimento econômico limitado, altos níveis de informalidade e uma taxa de pobreza inaceitável, mas demonstrou confiança de que a região pode assumir um papel de protagonismo no novo cenário global se atuar de forma coordenada.
“A divisão nos enfraquece. A integração regional nos fortalece. Bloquear infraestruturas estratégicas ou fragmentar mercados entre países irmãos não nos torna mais soberanos — nos torna mais vulneráveis”, enfatizou.
Nesse contexto, destacou o papel da CAF como ator estratégico na articulação de parcerias público-privadas, na estruturação de projetos de impacto regional e na mitigação de riscos em setores críticos. “A CAF não apenas financia: ela convoca, alinha interesses e transforma visão em realidade concreta para as próximas gerações”, afirmou.
Durante sua intervenção, Riquelme reforçou o compromisso da Cox com o México, destacando a visão do governo da presidente Claudia Sheinbaum, cujo foco em infraestrutura estratégica, transição energética e ampliação do acesso à água gera segurança e previsibilidade para investimentos de longo prazo. Segundo ele, quando o Estado promove políticas públicas claras e sustentáveis em setores-chave, cria-se o ambiente necessário para atrair capital produtivo, gerar empregos e elevar o bem-estar social.
Além disso, Riquelme destacou que, no Equador, a Cox já investiu mais de US$ 700 milhões em soluções integradas de água e energia, reconhecendo explicitamente a liderança do presidente Daniel Noboa por sua aposta firme e visionária no acesso universal à energia acessível e à água de qualidade. Segundo ele, essa visão de Estado fortalece a resiliência climática do país e posiciona o Equador como referência regional em desenvolvimento sustentável e infraestrutura moderna.
No Chile, a Cox anunciou investimentos de US$ 650 milhões para os próximos dois anos, decisão respaldada pelo novo ambiente de confiança impulsionado pelo presidente eleito José Antonio Kast. Riquelme afirmou que sua chegada eliminou o estigma que vinha afetando grandes investimentos nos últimos anos, ao promover marcos legais equilibrados, contratos previsíveis e uma política de Estado consistente para água e energia — fatores que impulsionam o crescimento econômico, a geração de empregos de qualidade e uma prosperidade mais sólida para as famílias chilenas.
Riquelme encerrou sua participação com uma mensagem de otimismo e responsabilidade compartilhada:
“América Latina tem tudo para ser protagonista do futuro: recursos naturais, energias limpas, talento e uma oportunidade histórica nos setores de água e energia. Este não é um jogo para espectadores. Todos somos titulares. Vamos jogar em equipe para construir uma prosperidade verdadeiramente inclusiva.”
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