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12,2 milhões de participantes usam imóveis como solução financeira com crédito bancário travado


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  • mell280

05/01/2026 08h35

12,2 milhões de participantes usam imóveis como solução financeira com crédito bancário travado

Fabrizio Gueratto


O aperto do crédito e o juro elevado reativam o uso do imóvel como garantia para transformar patrimônio como alavanca, refinanciar, gerar fluxo de caixa

 

       Em 2025, o Brasil conviveu com juros elevados e custo do crédito em patamares historicamente altos. A taxa básica Selic permanece em 15% ao ano, ampliando o custo do dinheiro e pressionando operações de curto prazo.  O empréstimo pessoal chega a 8,05% ao mês, enquanto o cheque especial opera perto de 8% ao mês, níveis que tornam insustentável a manutenção de dívidas rotativas. Paralelamente, a inadimplência do Sistema Financeiro Nacional subiu para 4% em outubro de 2025maior patamar em 3 anos. No mesmo período, o financiamento imobiliário tradicional recuou 11% no primeiro semestre, revelando queda no apetite dos bancos para conceder crédito de longo prazo. Em sentido oposto, o sistema de consórcios movimentou R$ 222,39 bilhões no 1º semestre e alcançou 12,2 milhões de participantes ativos, evidenciando que o brasileiro está reposicionando o imóvel como instrumento financeiro e não apenas como patrimônio estático. Esse conjunto de indicadores torna o ativo imobiliário a principal alavanca de liquidez para atravessar um ciclo de crédito seletivo, caro e com inadimplência crescente.

       O avanço simultâneo dos juros, da inadimplência e da retração do crédito bancário provocou uma reorganização profunda nas decisões financeiras de empresas e famílias. Com o encarecimento das linhas tradicionais, o crédito deixou de ser abundante e passou a ser tratado como recurso escasso, exigindo garantias mais consistentes e maior previsibilidade de fluxo de caixa. Nesse ambiente, ativos reais ganharam protagonismo. O imóvel, por reunir valor, liquidez potencial e segurança jurídica, passou a ocupar um papel central em estratégias de reorganização financeira. Em vez de ampliar dívidas caras ou recorrer a linhas emergenciais de curto prazo, o mercado passou a buscar soluções que permitissem usar o patrimônio existente como ferramenta para reduzir custo financeiro, alongar prazos e aliviar a pressão sobre o caixa em um cenário adverso.

       Esse movimento representa uma inflexão relevante na lógica patrimonial brasileira. Tradicionalmente associado à reserva de valor e à proteção de longo prazo, o imóvel passa a ser tratado como ativo financeiro funcional, integrado às decisões de curto e médio prazo. A retração de 11% no financiamento imobiliário reforça essa mudança de comportamento, ao indicar menor disposição dos bancos em assumir risco em operações longas. Com isso, o mercado passa a se apoiar mais em estruturas baseadas em garantias reais, capazes de oferecer maior controle sobre custo e prazo.  É nesse ponto que a Referência Capital se posiciona de forma estratégica. A empresa atua na estruturação de soluções que transformam patrimônio imobiliário em instrumento financeiro, conectando imóveis a operações de reorganização de dívidasrefinanciamento estruturado e geração de liquidez, fora do crédito bancário tradicional. O foco não está na compra ou venda do imóvel, mas no desenho de estratégias que utilizam o ativo como alavanca para reduzir custo financeiro, melhorar o fluxo de caixa e devolver previsibilidade às decisões patrimoniais. Em um ambiente de crédito mais seletivo, a inteligência na estruturação da garantia passa a ser o diferencial para atravessar o ciclo com menor desgaste financeiro. 

       Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, esse reposicionamento do imóvel reflete uma mudança estrutural no mercado. “Com juros elevados e crédito mais restrito, o imóvel deixou de ser apenas patrimônio de longo prazo. Ele passou a ser um instrumento ativo de reorganização financeira, capaz de reduzir o custo das dívidas e gerar liquidez sem descapitalização. Quando o dinheiro fica caro, a garantia bem estruturada se torna o centro da estratégia”, afirma Pedro Ros, CEO da Referência Capital. Segundo ele, o movimento ganhou força justamente porque empresas e famílias precisam preservar caixa e reorganizar compromissos financeiros em um ambiente mais hostil ao endividamento tradicional. A perspectiva para 2026 indica a continuidade desse cenário. Enquanto o custo do crédito permanecer elevado e a inadimplência seguir pressionando o sistema financeiro, a busca por soluções baseadas em garantias reais tende a se intensificar. O imóvel deve consolidar seu papel como amortecedor em momentos de aperto e como alavanca em fases de retomada, integrando de forma definitiva o planejamento financeiro de empresas e famílias.


 

Sobre a Referência Capital

www.referenciacapital.com.br

                                           

       Com sede em Brasília e quase 10 anos de história, o Grupo Referência , fundador da Referência Capital possui mais de 3 mil clientes em 48 países. Com  R$ 840 milhões negociados em consórcios imobiliários,  atingirá a marca de R$ 1 bilhão ainda em 2025. Com uma equipe de 50 profissionais qualificados, os resultados são expressivos: seus clientes já adquiriram R$ 90 milhões em imóveis, com uma rentabilidade média de 1,5% a 2,5% ao mês, enquanto a empresa alcançou um crescimento de faturamento de mais de 700% em 2024, em comparação com o ano anterior.

       A Referência Capital é uma consultoria imobiliária especializada em estratégias inteligentes para investir no mercado imobiliário, com foco em auto quitação imobiliária, auxiliando novos investidores a investirem estrategicamente em imóveis no Brasil, oferecendo um serviço completo que inclui desde a aquisição de cartas de consórcio, compra do imóvel e gestão de locação por temporada, garantindo alta rentabilidade do patrimônio.

       Com planos ambiciosos, a empresa hoje tem escritórios em Brasília, São Paulo e Nova York, reforçando sua atuação global. Entre os diferenciais da empresa foi criado o Referência Bank, uma instituição financeira voltada para operações de câmbio comercial, que oferece agilidade e segurança em transações internacionais. Além disso, a empresa realiza uma criteriosa seleção de imóveis situados em regiões estratégicas, garantindo maior valorização e liquidez. Para potencializar a rentabilidade dos investimentos, esses imóveis são inseridos em plataformas parceiras, como Airbnb, Charlie e Housi, ampliando as oportunidades de geração de renda passiva para seus clientes, com rentabilidade mensal de até 1,4%.

       Para 2026 a Referência Capital pretende atingir a marca de 2 bilhões em créditos de consórcio comercializado e está fazendo uma expansão através de escritorios credenciados chamados Referência Partners, onde projetam acabar o ano de 2026 com 1.000 escritorios parceiros homologados em todo o Brasil. O Grupo Referência pretende faturar R$60 milhões em 2026, um crescimento de 50% frente a 2025.


 








 

 



 

 





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